sexta-feira, 3 de março de 2017

5 carros bonitos que foram um fiasco

Nem sempre os projetistas de carros de corrida estão preocupados com a beleza dos seus projetos. Mas às vezes acontece de saírem belos carros das pranchetas. O problema é quando o desempenhos não é tão belo...

Ferrari F92 - 1992



Considerada por Luca di Montezemolo como um dos três carros mais belos já produzidos pela Ferrari, a F192 foi também um dos maiores fiascos da história da casa de Maranello. Com suas entradas de ar inspiradas em caças da Força Aérea Italiana, o carro contava com o famoso V12 da Ferrari, capaz de gerar quase mil cavalos de potência.

Mas o chassi era desequilibrado demais para domar tanta cavalaria e o carro ficava mais tempo fora da pista do que dentro dela. Além disso, a Ferrari ainda deu azar de pegar Ivan Capelli em final de carreira, totalmente fora de ritmo e envolvendo-se em acidentes bizarros.

Coube a Jean Alesi salvar a honra do F92, marcando dois terceiros lugares, um na Espanha e outro no Canadá. Capelli foi substituído por deficiência técnica no final da temporada. Em seu lugar, correu Nicola Larini, que não fez nenhum milagre.

Ferrari F310 - 1996



A primeira Ferrari de Michael Schumacher empolgou muita gente na apresentação. Com um estilo totalmente diferente dos demais carros da época, a F310 chamava a atenção pelas laterais altas e a frente baixa, contrariando a tendência da época.

Mas, como de costume nos projetos de John Barnard, o carro foi entregue há apenas 3 semanas do GP da Austrália, prova de abertura da temporada. Não houve tempo para testes.

E o carro era tão mal feito, que Schumacher e Eddie Irvine eram obrigados a abaixar a cabeça nas retas (!?!?!?) para evitar que seus capacetes bloqueassem a entrada de ar do modelo. Um horror.

Ainda assim, devido à sua capacidade incrível, Schumacher venceu três provas naquele ano. Mas uma foi debaixo de uma tempestade, e as outras duas foram obtidas com um modelo B da F310, feito às pressas para corrigir as deficiências.

Penske PC27 - 1998



Encarando um jejum de 3 temporadas sem títulos, a Penske resolveu inovar em 1998 e trouxe para a Indy um conceito que já era popular na Fórmula 1: a aerodinâmica mais fina e trabalhada dos monopostos europeus, combinada com um bico alto que favorecia a passagem do ar na parte de baixo do bólido.

O carro era lindo, mas uma verdadeira porcaria. Somente Al Unser Jr. conseguiu alguns brilharecos durante o ano, como o segundo lugar em Motegi, no Japão. Mas todos os resultados razoáveis foram conseguidos quando Al bateu o pé e exigiu correr com o modelo de 97. Ou seja, o PC27 era uma merda sem tamanho.

Além disso, a Penske tinha, além de um Little Al cada vez mais gordo e cansado, o brasileiro André Ribeiro, mais preocupado com os negócios do que com os resultados na pista. O resultado foi uma das piores temporadas da equipe de Roger Penske.

McLaren MP4/19B - 2004



Depois de uma boa temporada em 2003, a McLaren resolveu usar uma versão híbrida do carro daquele ano, no início de 2004. A promessa é de que o modelo MP4/19B estrearia ao longo da temporada e seria o bicho papão do ano.

Quando surgiram as primeiras fotos, a empolgação foi geral. Com uma frente afilada e as laterais mais compactas, o carro parecia bem mais leve e ágil do que os concorrentes.
Mas os testes iniciais foram um fiasco e Adrian Newey, o projetista, precisou de tempo extra para corrigir as deficiências do carro. A estreia ocorreu somente na segunda metade do campeonato.

E o desempenho não foi nada demais. O MP4/19B conseguiu uma única vitória em sua curta história na F1, com Kimi Raikkonen, no GP da Bélgica. Já Coulthard, em seu último ano na McLaren, conseguiu um modesto quarto lugar na Alemanha como melhor resultado.

Honda RA 107 - 2007



Depois de conseguir sua primeira vitória na F1, em 2006, a Honda perdeu o patrocínio dos cigarros Lucke Strike para o ano seguinte. A equipe, então, decidiu radicalizar.

Apresentou o RA 107 sem nenhum patrocinador, pintado com uma espécie de foto do planeta Terra. Embora exótica, foi uma das pinturas mais marcantes e bonitas da história da categoria.

Mas o carro... Desequilibrado e sem nenhuma potência no motor, o RA 107 foi um dos fiascos mais retumbantes da F1. O resultado foi que Jenson Button marcou apenas 2 pontos para a equipe enquanto Rubens Barrichello passou o ano em branco, situação inédita em toda a sua carreira, contando inclusive com seu ano de estreia na F1.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

5 lançamentos de carros exagerados

A Fórmula 1 é um esporte caríssimo, que movimenta bilhões de dólares a cada temporada. Mas se hoje toda essa grana é gasta no desenvolvimento dos carros e na realização de testes e corridas, houve um tempo em que a extravagância dava o tom da categoria.

Essa semana estamos acompanhando os lançamentos dos carros 2017, quase todos sendo feitos pela Internet, sem muita pirotecnia. Mas algumas equipes já fizeram eventos nababescos para lançarem seus carros, colocando pilotos e jornalistas em situações constrangedoras somente para mostrar seu poderio econômico.

Veja 5 lançamentos de carros que passaram dos limites do exagero:

Lotus 79 - 1979



Em 1978 a Lotus revolucionou a F1 com o conceito de carro-asa, que aproveitava a pressão do ar que passava pelo assoalho do bólido para mantê-lo grudado no chão. E assim Mario Andretti conquistou seu único título na F1, desbancando todo mundo.

Para 79 a equipe apostou num lançamento exótico para o seu carro. Fechou uma daquelas boates muuuuuito peculiares que existem em Paris e encheu os convidados de champanhe e whisky, povoando o local com belas mulheres. No auge da festa, o Lotus 79 desceu do teto segurado por cabos de aço e, pasmem, com Andretti dentro!

Por razões etílicas compreensíveis, não há fotos do evento que possam ser mostradas em um blog de família.

Benetton B196 - 1996



A Benetton sempre foi a equipe mais legal da F1, com seus carros coloridos. Mas depois da chegada de Michael Schumacher ao time, em 91, a coisa ficou mais profissional e a equipe levou dois títulos com o alemão, em 94 e 95.

Mas Schumacher se mandou para a Ferrari e a Benetton decidiu que era hora de voltar a ser legal. Para apresentar o carro de 1996, a equipe colocou Alesi e Berger, sua nova dupla de pilotos, para passear de F1 pelas ruas de Roma, no meio do povo. Depois, os dois seguiram numa carruagem real até o Coliseu (!!!), local onde ocorreu a cerimônia oficial de lançamento.

Curiosidade: os F1 nos quais Alesi e Berger andaram pelas ruas foram depenados pelo público, depois que os dois saíram dos carros.

McLaren MP4/12 - 1997



Ao contrário da Benetton, a McLaren sempre teve aquela cara sisuda do Ron Dennis. Mas em 97, a equipe havia perdido o patrocínio da Marlboro e fechou contrato com outra marca de cigarros: a West. Além disso, o carro viria pintado de prata, para celebrar a parceria com a Mercedes.

Então, era hora de festa. E que festa. A equipe fechou o Palácio de Alexandra, em Londres, e promoveu um lançamento com um show das Spice Girls, que estavam no auge da fama.

Jordan EJ12 - 2002



Eddie Jordan também gostava de causar. Mesmo sem grana, o irlandês fanfarrão resolveu lançar o carro de 2002 aproveitando ao máximo seu novo patrocínio, com a empresa de transportes DHL. O Jordan EJ12 chegou ao aeroporto de Heathrow dentro de um cargueiro enorme, sendo retirado do avião na frente de público.

McLaren MP4/26 - 2011




Esse foi um dos lançamentos mais legais já feitos na F1. O McLaren MP4/26 chegou todo desmontado às ruas de Londres e foi sendo construído peça por peça, na frente do povo que parava para ver o evento. Espetacular. 

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Hélio lidera a dobradinha da MMAP Racing na abertura do campeonato


Hélio (1º), Júlio (2º), Flávio (3º), Bruno (4º) e Ronan (5º) 

Assim como faz todos os anos, a Copa BH de Kart promoveu o início das atividades automobilísticas no planeta Terra. A primeira etapa do campeonato mais espetacular das galáxias começou com 28 barnabés na pista do RBC Racing, na última quinta feira. E a equipe MMAP Racing não deixou pedra sobre pedra, fazendo uma inédita dobradinha com Hélio em primeiro e Júlio em segundo. Flávio, Bruno e Ronan completaram o primeiro pódio do ano.

Aproveitando bem suas voltas de classificação, Hélio marcou a pole position e se mandou na frente na largada, não sendo mais alcançado por ninguém. Mais atrás, a briga estava quente entre Marcelo, Júlio, Flávio, Sérgio, Bruno e Ronan.

Mas Bruno estava achando aquela confusão toda muito chata e para movimentar mais a etapa o piloto resolveu usar o kart de Sérgio como catapulta, para tentar saltar para o outro lado da pista e alcançar a liderança. A manobra acabou sendo um fiasco e faz com Sérgio caísse para a última posição. O piloto não se abalou e recuperou-se brilhantemente para alcançar o sétimo lugar.

A disputa seguiu com Flávio, Bruno e Marcelo até a última volta, quando Marcelo tentou criar um novo caminho para passar pro Flávio, utilizando a grama. Infelizmente o piloto acabou rodando e caindo para a sexta posição.

Mais atrás, Bruno Scopim sentiu o peso da contratação de Rodrigo, terminando a prova atrás do novo companheiro de equipe. Aliás, dos postulantes ao título e 2016, só Júlio se salvou. Laurence, sempre atento aos pneus de todos os karts do grid, esqueceu-se de verificar sua própria borracha e terminou apenas na 17ª posição.

Na equipe SpeeDog, Alexandre continua perdido sem saber se seu foco está mais nos karts ou nos carros velhos e enferrujados. Desta vez, o controverso piloto decidiu pegar carona no veículo do adversário, usando a mesma técnica conhecida como "traseirão do ônibus". O máximo que ele conseguiu foi um enorme hematoma no braço e uma bronca da direção da equipe.

A Copa BH de Kart ainda viu duas reestreias: Luis Fernando, admirado com o traçado inédito para ele, terminou apenas na 21ª posição. Sobre Juliano não há muito o que dizer já que o piloto desapareceu na prova e também do kartódromo após a disputa.

A próxima etapa da Copa BH de Kart acontece no próximo dia 16/03. E as emoções estão só começando!

Resultado final:

1º) Hélio Pedroli - MMAP Racing
2º) Júlio Gervásio - MMAP Racing
3º) Flávio Rodrigues - North Racing
4º) Bruno Aleixo - Esquadrilha dos Aloprados
5º) Ronan Emediato - SpeedDog
6º) Marcelo Maia - Hackers
7º) Sérgio Sampaio - DNA Racing
8º) Rodrigo Marques - Sitor Racing
9º) Bruno Scopim - Sitor Racing
10º) Israel Meliuz - Meliuz Neuroracing
11º) Diego Moreira - KZ Racing Team
12º) Marco Antônio - Hackers
13º) Leandro Lélis - Scuderia KIP
14º) Gustavo Duarte - Duarte Motor Racing
15º) Rogério Policarpo - KZ Racing Team
16º) Rodrigo Soares - Scuderia KIP
17º) Laurence Martins - Esquadrilha dos Aloprados
18º) Rodrigo Kleinpaul - Meliuz Neuroracing
19º) Leonardo Soares - Maverick Racing Team
20º) Flávio Leocádio - DNA Racing
21º) Luis Fernando - DeLorean Team Racing
22º) Alexandre Soares - Racing Fast
23º) Leonardo Assis - Maverick Racing Team
24º) Matheus Duarte - Duarte Motor Racing
25º) Eduardo Braga - Racing Fast
26º) Douglas Rodrigues - DeLorean Team Racing
27º) Juliano Schmitberger - North Racing
28º) Alexandre Motta - SpeedDog

Volta mais rápida

Marcelo Maia - Hackers (1:05.750)


Classificação do Campeonato


Momento raro: os 28 pilotos da Copa BH de Kart reunidos

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Quem é quem na Copa BH de Kart 2017?

Copa BH de Kart 2017: 28 pilotos em busca do título

Vai começar a temporada 2017 da Copa BH de Kart. Conheça, agora, os 28 intrépidos pilotos e suas equipes maravilhosas: 

Obs: como alguns pilotos não tiraram fotos, tivemos que trabalhar com imagens meramente ilustrativas. Algumas não tão meramente. 

Esquadrilha dos Aloprados


Bruno Aleixo
Laurence Martins











Depois de anos de tentativas, finalmente a Esquadrilha dos Aloprados chegou ao olimpo do automobilismo mundial, com o título por equipes de 2016. Agora, o desafio de um dos mais antigos times da Copa BH de Kart é manter o caneco.

E não vai ser fácil. Bruno e Laurence vêm trabalhando forte na preparação física para a temporada, tentando se livrar do lastro natural adquirido ao longo dos anos e das altíssimas taxas de colesterol presente em seus corpos.

Além disso, Laurence procura sair da fila pelo título de pilotos, depois de bater mais uma vez na trave, em 2016. Do outro lado, Bruno tenta esconder a euforia , depois de vencer a prova de lançamento da temporada, em um presente de Natal atrasado dado por Pablo.


MMAP Racing



Júlio Gervásio
Hélio Pedroli










Vice campeã de 2016, a MMAP Racing quer voltar ao topo do pódio. Mas Júlio e Hélio, ambos em idade avançada, já começam a preparar as futuras gerações. A equipe lançou seu programa de jovens talentos em janeiro, quando os pequenos Pedro, Arthur e Matheus estiveram testando no RBC Racing.

Testemunhas afirmam que os moleques foram mais rápidos do que os velhos pais, informação que foi negada pela assessoria da equipe.

Speedog


Ronan Emediato
Alexandre Motta










2016 não foi um ano fácil para a Speedog, embora Ronan tenha conseguido vencer duas provas ao longo da temporada. O bicampeão de 2012 e 2014 é o maior vencedor da história da Copa BH de Kart, tendo subido 15 vezes ao alto do pódio.

Mas no ano passado, a dupla acabou se embananando com o calendário, perdendo diversas provas e saindo da briga pelo título.

Para 2017, a equipe tenta trazer Alexandre de volta à Terra. A avaliação é de que o piloto anda cada vez mais deslocado, devido a sua paixão por carros velhos. O piloto tenta um acordo para entrar na pista de Fusca ou Opala, mas a organização da Copa BH de Kart decidiu que é melhor preservar os demais participantes contra a ferrugem dos automóveis.


Sitor Racing


Rodrigo Marques
Bruno Scopim











Depois de levar Bruno Scopim ao seu primeiro título de pilotos, a Sitor Racing resolveu que era hora de entrar na briga pelo campeonato por equipes.

Para isso, não  poupou gastos. Pela milionária quantia de 25 milhões de pacotes de pipocas guri, tirou Rodrigo Marques da Scuderia Maranello para fazer dupla com o campeão de 2016.

E o resultado da corrida de confraternização mostrou que Scopim arrumou foi uma sarna enorme para se coçar, pois terminou a prova atrás do novo companheiro. Será uma disputa interessante pelo posto de primeiro piloto do time.

Hackers


Marco Antônio
Marcelo Maia










A equipe Hackers não quis ficar para trás no quesito investimento. Percebendo que perderia espaço entre os times, os dirigentes investiram 30 milhões de chicletes ploc na contratação de Marco Antônio, e ainda ofereceram uma premiação por produtividade a ser paga em pacotes de balas chita.

O piloto pediu que fossem trocadas por aquelas de maçã verde, mas não foi possível atendê-lo.

Com isso a Hackers para a contar com uma dupla das mais experientes: Marcelo, o campeão de 2015 e Marquinho somam 107 participações no campeonato. Além disso, Marcelo é o maior pontuador da história da Copa BH de Kart, com 1087 pontos anotados no total.

KZ Team Racing


Diego Belarmino
Rogério Policarpo











A KZ Racing Team foi um fenômeno na Copa BH de Kart. Equipe e pilotos estreantes, o time terminou o campeonato de 2016 na sexta posição, à frente das tradicionais Cineastas e Scuderia Maranello.

Viu Rogério e Diego subirem ao pódio pela primeira vez, sendo que Rogério ainda levou o troféu revelação e colecionou notas dez em saltos à distância. Agora o objetivo é maior: conseguir as vitórias e brigar pelo título até o final do ano.

Scuderia KIP


Rodrigo Soares
Leandro Lelis










A Scuderia KIP teve os bastidores mais agitados do final e 2016. Insatisfeitos com as constantes ausências de Leandro nas corridas, Flávio se mandou do time para formar dupla com Raphael. O time então agiu rápido e trouxe Rodrigo Soares, que deixava a falida Cineastas.

Mas a jogada de Flávio não deu certo e quando ele voltou com o rabo entre as pernas, viu Leandro sentado com charuto na mão esquerda e um copo de Jack Daniel's na mão direita, apenas rindo do ex-companheiro. Essa será uma rivalidade interessante em 2017.

DNA Racing


Sérgio Sampaio e Flávio Leocádio

A DNA Racing custou a achar sua identidade, por isso patinou no campeonato de 2016. Agora, com novo nome, o time já mostrou serviço. Sérgio e Flávio deram trabalho na corrida de lançamento da Copa BH de Kart, embora tenham chegado ao fim com três metros e meio de língua para fora.
Caso possam contar com uma ambulância preparada com oxigênio durante as provas, devem entrar na briga pra valer.

Maverick Racing Team


Leonardo Assis
Leonardo Soares













Reza a lenda que tudo o que Leonardo Assis desejava era um companheiro de equipe assíduo. E ele conseguiu mais que isso: depois de estrear e pegar toda a experiência necessária com o campeão Bruno Scopim na Sitor Racing, Leonardo Soares chegou para levar a Maverick Racing Team à briga pelo título.

Meliuz NeuroRacing


Israel Meliuz

Rodrigo Kleinpaul














O grande mistério da Meliuz NeuroRacing, para 2017, é saber: onde anda Israel? No ano passado o piloto pagou sua inscrição, encomendou camisas mas, participar do campeonato mesmo, nada.
A sorte da equipe ficou toda nas costas de Rodrigo Kleinpaul que, com seu pomposo sobrenome, somou todos os 45 pontos do time no ano, tendo um 7º lugar como melhor resultado.

North Racing

Juliano Schimdtberger

Flávio Rodrigues













O clima na North Racing ficou bastante pesado depois que Raphael se mandou. Por isso a equipe resolveu investir pesado e ofereceu incríveis 120 milhões de balas jujuba como salário, para tirar Juliano da aposentadoria precoce.

Enquanto isso, Flávio tem como principal objetivo derrotar Leandro, seu ex-companheiro na Scuderia KIP.

Duarte Motor Racing


Gustavo Duarte
Matheus Duarte










A Duarte Motor Racing é uma das estreantes do ano, trazendo no nome os sobrenomes de seus dois pilotos, Matheus e Gustavo. Precisarão lutar pelo troféu de revelação do ano contra Eduardo e Alexandre, da Racing Fast.

Racing Fast



Eduardo Braga
Alexandre Soares










A tradução do nome da equipe já mostra o seu objetivo: correr o mais rápido possível para chegar ao título da Copa BH de Kart 2017. Pelo menos esse é o objetivo de Eduardo e Alexandre, que tentarão superar a turma mais experiente na pista.

DeLorean Team Racing

Douglas Rodrigues


Luis Fernando











Senhoras e senhores, meninos e meninas, ele voltou! Depois de cerca de 12 anos sabáticos, Luis Fernando está volta à Copa BH de Kart. Após ver fracassado o seu projeto de carreira no glorioso paintball, ele decidiu que era a hora de regressar ao campeonato que ajudou a criar.

Para isso, não poupou custos. Depois de negociar com praticamente todas as equipes da Copa BH de Kart, o intrépido Luís decidiu comprar o espólio da Scuderia Maranello e montar seu próprio time. Tudo é tão novo, mas tão novo, que ele nem conhece ainda seu companheiro de equipe, Douglas.

Mas não faz mal. A Copa BH de Kart volta a contar com a falta de talento e antipatia de Luis Fernando!

Homenagem Especial da Copa BH de Kart

Carlos Menezes
William Farias











Muita gente nova chegou, mas também tem gente saindo. Este ano, a Copa BH de Kart não contará com Carlos e William, dois de seus membros mais fanáticos e fundamentais.

Com Carlos, o nosso carcamano, aprendemos a importância do PatoRocco em nossas vidas. E por causa de William, sempre saberemos que é possível chegar ao kartódromo às 22:15hs e ainda assim entrar na pista às 22hs. Um espanto.

Para vocês dois, a organização e os pilotos têm um recado: que seja um ano só e nada mais. As portas do campeonato estarão sempre abertas para quando quiserem!



quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Com a palavra, os pilotos

A bagaça vai começar

Pelo segundo ano consecutivo a organização da Copa BH de Kart ouviu os pilotos para formatar o regulamento da competição.

Ao todo, 25 barbeiros participaram da pesquisa e contribuíram para a construção das regras do campeonato 2017, que começa no dia 16/02.

Vamos aos números obtidos:

Palmas para a organização:

Em primeiro lugar, um momento de confetes para a comissão: 92% dos participantes consideraram a organização do campeonato como boa ou excelente. A menor nota dada ao campeonato foi 6, escolhida por 8%. É um resultado melhor do que o obtido no ano passado!

Regras para o campeonato:

O grid invertido e a variedade de traçados foram os itens mais bem avaliados, com 66% de aprovação cada um.

Depois veio o descarte de provas (41%), as punições (33%), a largada em fila indiana (29%) e a premiação para os 5 primeiros (8%).

Sugestões:

Dos 25 pilotos que responderam, 24 deram alguma sugestão de melhorias para o campeonato. Elas podem ser divididas em 4 grandes grupos:


  • Grid Invertido: embora os pilotos aprovem a regra, alguns pilotos sugeriram que a inversão ocorresse em apenas parte dele. Alguns disseram que apenas os 10 primeiros deveriam ser invertidos, outros sugeriram que fosse para os 20 primeiros. Como a comissão está sempre atenta, e também ouviu esses mesmos pedidos em outros canais, inclusive na pesquisa do ano passado, o regulamento foi mudado para que fosse feita a inversão dos 15 primeiros.
  • Pontuação: muitos pilotos sugeriram que o vencedor ganhasse mais pontos, o que foi implementado. A partir de 2017, quem ganhar a corrida leva 31 pontos.
  • Lastro: foi sugerido um aumento no lastro, e o mesmo foi passado para o mínimo de 95 KG.
  • Fiscalizações e trocas de kart: muitas sugestões foram no sentido de intensificar punições e estabelecer regras mais rígidas para trocas de kart. Aqui cabe um comentário: os membros da comissão também são pilotos e, como tal, quando baixa a bandeira verde estamos concentrados nas nossas corridas. Dito isso, é impossível fiscalizar toques, batidas e casos de trocas de kart sem que o equipamento apresente um problema aparente. Por isso, essas regras não serão mudadas agora, mas a comissão segue em contato permanente com os fiscais do RBC, que são os responsáveis por fiscalizar os movimentos na pista e garantir a qualidade dos karts.


Favoritos de 2017

E vamos agora àquela hora gostosa de saber quem os pilotos elegeram como os favoritos para vencerem o campeonato este ano. Com vocês, os eleitos:



Júlio Gervásio - 58,33%


Ronan Emediato - 58,33%
Bruno Scopim - 54,17%

Marcelo Maia - 50%

Laurence Martins - 20,83%

Bruno Aleixo - 12,5%

Flávio Rodrigues - 4,17%

Marco Antônio - 4,17%